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Interior do Amazonas tem potencial travado e precisa de liberdade para crescer, afirma Marcelo Palhano em Humaitá

O pré-candidato a deputado estadual, Marcelo Palhano, fez um forte desabafo sobre a realidade do interior amazonense durante visita à região de Humaitá. Em sua fala, ele destacou o contraste entre a riqueza natural da região e as dificuldades enfrentadas pela população em termos de desenvolvimento econômico.

Segundo Palhano, localidades como Realidade carregam uma história construída pelo esforço do seu povo, com base em atividades como a pecuária e o extrativismo vegetal, que durante décadas sustentaram a economia regional. No entanto, ele afirma que esse potencial hoje está “travado”.

“O que vemos aqui é uma terra rica, com um povo trabalhador, mas que continua parada no tempo. O desenvolvimento está sendo impedido por pressões ambientais desequilibradas e por interesses de organizações internacionais que não conhecem a nossa realidade”, declarou.

Durante a visita, o pré-candidato ressaltou que a população vive sobre uma base de recursos naturais abundantes, mas sem acesso a oportunidades que permitam transformar essa riqueza em qualidade de vida. Para ele, há um desequilíbrio nas políticas que impactam diretamente o crescimento do interior.

“Estou literalmente pisando em um potencial gigante. Um potencial que está preso e gritando por liberdade. Enquanto isso, o povo segue sofrendo em cima de uma terra rica”, enfatizou.

Palhano também questionou até quando o cenário atual deve persistir e defendeu a necessidade de mudanças que promovam o desenvolvimento sustentável da região, com equilíbrio entre preservação ambiental e crescimento econômico.

“O Amazonas tem riqueza, tem gente trabalhadora e tem capacidade de crescer. O que o nosso interior precisa é de oportunidade, equilíbrio e liberdade para se desenvolver com estabilidade”, afirmou.

A fala reforça o posicionamento do pré-candidato em defesa de políticas voltadas ao desenvolvimento regional, especialmente em municípios do interior como Humaitá, onde, segundo ele, há grande potencial ainda não aproveitado de forma adequada.

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