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Marcelo Palhano destaca potencial mineral do Amazonas e defende oportunidades para pequenos mineradores

O vice-prefeito de Presidente Figueiredo, Marcelo Palhano, participou do 1º Seminário dos Municípios Mineradores do Amazonas e chamou atenção para a importância de discutir o futuro da mineração no estado com responsabilidade e foco no desenvolvimento regional.

Durante o evento, Palhano destacou que o Amazonas possui uma das maiores riquezas naturais do Brasil, mas ainda enfrenta entraves burocráticos que dificultam o aproveitamento desse potencial. Segundo ele, é necessário avançar em políticas públicas que permitam transformar esses recursos em geração de emprego, renda e desenvolvimento para a população.

O vice-prefeito ressaltou que o país ainda depende fortemente da importação de minerais estratégicos, como o potássio utilizado na agricultura, mesmo existindo reservas importantes no estado, especialmente no município de Autazes. Ele também mencionou o potencial das chamadas “terras raras” presentes em Apuí, consideradas minerais estratégicos para diversas tecnologias e altamente disputadas no mercado internacional.

Para Marcelo Palhano, o debate sobre mineração precisa ir além dos grandes projetos e incluir também os trabalhadores que dependem da atividade para sobreviver. Ele destacou a realidade de pequenos mineradores e garimpeiros que atuam em municípios como Manicoré, Novo Aripuanã e Humaitá.

“Não podemos penalizar o pequeno minerador que muitas vezes não teve oportunidade de se legalizar. O que ele quer é trabalhar, produzir e ter esse direito garantido dentro da lei”, defendeu.

Palhano também reforçou que cabe ao Estado organizar, licenciar e fiscalizar a atividade mineral, garantindo que ela ocorra de forma responsável, respeitando o meio ambiente e trazendo benefícios diretos para a população.

Ao final de sua participação, o vice-prefeito destacou que o desenvolvimento do Amazonas passa pelo aproveitamento consciente de suas riquezas naturais. Para ele, quando há organização e responsabilidade, todos ganham: o produtor, as famílias e a economia do estado.

“O futuro do Amazonas depende de valorizarmos nossas riquezas e, principalmente, o nosso povo”, concluiu.

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