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Equipes da Semasc e Defesa Civil realizaram visita técnica às comunidades afetadas pela estiagem

Agricultores familiares que vivem em comunidades ribeirinhas na área de Cacaia da Hidrelétrica de Balbina, em Presidente Figueiredo perderam a maior parte da produção e já começam enfrentar problema de abastecimento de água potável, porque os poços artesianos e cacimbas estão secando. A população, também sofre com a escassez do pescado, em função das altas temperatura da água na represa.

Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (16/10), pelos secretários municipais de Defesa Civil, Ronaldo Lima, e da Assistência Social, Irene Maria dos Santos Araújo, após visita técnica realizada, durante o final de semana.

De acordo com os dados, na comunidade Rumo Certo, uma das maiores, onde vivem a maior parte das 600 famílias que moram na área alagada pela represa da hidrelétrica, toda a produção de banana pacovã e maçã, e de pimenta de cheiro e murupi, se perdeu por conta da estiagem.

De acordo com Ronaldo Lima, já durante a visita técnica, foi distribuído hipoclorito de sódio para que as famílias possam tratar a água que consomem, que por conta dos poços e cacimbas terem secado, eles estão retirando diretamente do lago abastecido pelas águas do Rio Uatumã.

Sobre o nível das águas na área de Cacaia, Ronaldo Lima informou que, embora esteja, bem abaixo do normal, não compromete tanto a navegação, porque é controlado pela abertura das comportas, entretendo, as águas tem registrado altas temperaturas, o que provoca a fuga dos peixes.

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