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Cemitério do DF vai exumar sepulturas nos próximos dias

 


A empresa Campo da Esperança Serviços Ltda., concessionária da administração dos cemitérios públicos do Distrito Federal, publicou edital para notificar os familiares sobre a lista de sepulturas que serão exumadas, nos próximas dias, no Cemitério São Francisco de Assis, em Taguatinga. A medida foi divulgada no Diário Oficial do DF (DODF) desta quinta-feira, 12.

O procedimento de exumação será iniciado em cinco dias úteis, segundo o edital de notificação. O cronograma das exumações estará disponível, no cemitério, aos interessados.

Entenda
De acordo com a Campo da Esperança, as medidas visam aumentar o tamanho do espaço disponível para a construção de jazigos no caso dos cemitérios de Taguatinga e de Planaltina. A empresa faz, desde 2016, exumações de sepulturas antigas da área social e reaproveita os espaços para construir novos jazigos. O procedimento não envolve sepulturas particulares, somente as da área social. Todas essas ações são realizadas com a chancela da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus), do Ministério Público do Distrito Federal e dos Territórios (MPDFT) e da Procuradoria-Geral do Distrito Federal (PGDF).

“Antes de qualquer escavação, são feitos levantamentos dos locais passíveis de exumação e divulgadas as listas com o nome dos sepultados no Diário Oficial do DF. Todo o material exumado é devidamente identificado e realocado no ossuário do próprio cemitério. A legislação do DF permite a exumação após três anos do sepultamento”, explicou a concessionária, em nota ao Metrópoles.

“Vale ressaltar que o compromisso contratual da Campo da Esperança Serviços de reservar 10% dos terrenos para sepultamentos gratuitos é mantido. Mesmo com o aumento do número de mortes em virtude da pandemia da Covid-19, não houve, em momento algum, a falta de jazigos em Brasília ou a espera por jazigos em construção. O estoque de novas sepulturas é mantido sempre para pelo menos cinco meses de sepultamentos, conforme o que já era praticado pela concessionária antes da pandemia”, finaliza o texto.

(*) Com informações do Metrópoles

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